A música que soa nos meus ouvidos - Com John Mayer
Meus leitores, este é meu primeiro imagine neste site, e vai ser com o John Mayer. Por favor, comentem!
...
No começo, eu achava que o John não fosse o cara certo para mim, mas depois que eu o conheci mudei totalmente de ideia, e bem, comecei a gostar mais e mais dele. As coisas que ele faz são lindas e me encantam. A maneira que ele me encanta com o seu jeito de dar surpresas. Dá para imaginar que ele me deu um susto só para me chamar para ir a esse encontro na casa dele? Pois é, ele me encantou até com esse 'susto-surpresa'.
Ouvi o barulho do motor de um carro. Meu Deus, que ansiedade! A campainha tocou e eu corri para a porta, abrindo-a em seguida. Meu John estava cabisbaixo, mas logo levantou a cabeça ficando com a boca entreaberta.
_O que foi? - perguntei a ele, que parecia estar hipnotizado.
_Uau! - ele olhou para mim de cima a baixo e deu um sorriso logo em seguida. - Você está linda, Bella.
_Obrigada. - falei envergonhada. - Você também está muito lindo, John.
_Obrigado, mas a sua perfeição nem é comparada a mim. - ele sorriu novamente me deixando sem ar. -Ha! São para você. - ele me entregou um buquê de rosas vermelhas muito lindas.
_Que lindas. - aquele cheiro de rosas invadindo minhas narinas estariam na minha mente para sempre. Coloquei as rosas em um vaso que havia em uma mesinha do lado da porta.
_Então... vamos? - ele falou, sem pressa, mas nervoso.
_O.k. - disse, e fomos para o seu carro. John abriu a porta para mim, como um cavalheiro faz com toda mulher. Amo o jeito educado que o John tem. Ele é tão carinhoso nas coisas que faz, e isso me deixa mais apaixonada.
Estava observando a rua pela janela do carro, com esse silêncio que é ensurdecedor, mas logo John o quebrou.
_Hum... estamos sem assunto pela primeira vez? - ele perguntou, sem tirar a atenção do trânsito.
_Minha mente está em branco. A sua está? - perguntei, fazendo ele rir.
_Está sim, não sei o por quê. Talvez... nós estejamos... - ele estava procurando um adjetivo para nos descrevermos.
_Nervosos? - falei rindo.
_É... eu não sei... é uma coisa estranha que não dá para explicar direito. - ele ligou a rádio, que estava começando a tocar Arabella do Arctic Monkeys.
_Essa música é legal. - eu disse seguindo o toque da música com os pés.
_Arabella's got some interstellar gatorskin boots. And a Helter Skelter 'round her little finger and I ride it endlessly.- ele começou cantando os primeiros versos. Eu o olhei sorrindo.
_She's got a Barbarella silver swimsuit. And when she needs to shelter from reality. She takes a dip in my daydreams. - eu continuei.
_My days end best when this sunset gets itself behind. That little lady sitting on the passenger side. - cantamos juntos e continuamos. - It's much less picturesque without her catching the light. The horizon tries, but it's just not as kind on the eyes.
_As Arabella, ooh. - eu cantei balançando a cabeça.
_As Arabella. - ele continuou rindo.
Depois de muita música e risadas no carro, tínhamos chegado ao nosso destino. John parou o carro na garagem da sua linda casa. Eu ia abrir a porta do carro, mas John colocou sua mão no meu braço.
_Não. Eu abro. - ele falou e eu ri.
_Como você é gentil. - falei para ele, que tinha dado a volta no carro só para abrir a porta para mim. -Obrigado, Sr. John.
_Não há de quê, Sra. Bella. - ele fechou a porta do carro e me olhou sorrindo. Oh meu Deus! Que homem lindo.
_Vamos? - ele perguntou, dando um suspiro em seguida. John pegou minha mão, entrelaçando com as suas. Ele me levou até a porta da sua casa, e abriu-a. Nesse momento eu estava com o coração disparado, mas feliz. Sua casa era linda e muito organizada para um homem.
_Sente-se... eu... eu vou pegar uma coisa aqui. - ele disse, meio gago. Será que o John está mais nervoso que eu, ou é impressão minha que não quer ser nervosa sozinha?
_Quer ajuda, John? - perguntei um pouco alto para ele me escutar no outro cômodo, que eu suspeitava ser a cozinha.
_Ha! Não, obrigado. - ele falou alto, me respondendo.
_O.k. - eu falei observando alguns retratos em uma estante marrom. Tinha várias fotos ali, a maioria era da família de John.
_Hum... gostou dos meus retratos? - ele perguntou, chegando com uma garrafa de vinho nas mãos.
_Sim, são muito bonitos. - eu respondi e virei para ele.
Passamos a noite toda conversando, comendo e bebendo. Nunca tive uma noite assim, mas essa vai ser a primeira e melhor de todas que eu tiver depois, e eu espero que todas elas sejam com o John.
_Ei, você está legal ou quer mais um pouquinho de batata? Porque eu amo batata. - ele falou. Nesse momento, nosso estado era... digamos que bêbados, mas não tanto. Eu ainda estava tendo consciência das coisas, e acho que o John também estava, mas nossa conversa já estava sendo mais estranha, se é que você me entende.
_Eu amo batata, e batata amarela é saborosa. - eu disse.
_Todas as batatas são amarelas, mocinha! - ele riu.
_Eu já vi uma verde, mocinho!
_Não vale! Aquela batata estava disfarçada de Hulk. - ele falou fazendo bico.
_Não fica assim, eu pinto ela de amarelo. - começamos a rir feito loucos.
_Ai minha barriga! Que horas são? - eu perguntei me recuperando dos risos.
_São 23:40. - ele disse olhando no relógio.
_Oh meu Deus! Eu tenho que ir. - eu me levantei rápido. - Obrigada John, foi muito legal esse jantar. Eu tenho que ir agora. - eu falei.
_Eu te levo! - ele disse.
_Ha! Eu vou de táxi. - eu falei andando, mas cai, batendo a testa. - Ai minha cabeça!
_Bella! - ele veio até mim, caindo também. - Ai! Você está bem?
_Estou, só está doendo um pouco a minha cabeça. - ele levantou e me puxou.
_Senta aqui. - ele disse e olhou minha cabeça, que estava com um corte pequeno, mas que já estava sangrando um pouco. - Nossa! É... eu vou pegar uma coisa. Espera aqui. - ele foi correndo, mas logo chegou.
_Se doer me avisa. - ele pegou um algodão molhado e limpou o sangue, que não havia muito. Eca! Não gosto de ver sangue. Depois ele pegou uma gaze e colocou na minha cabeça com cuidado, e ficou com a mão segurando-a. - Eu vou ter que apertar um pouco. - disse ele.
_O.k. - respondi.
_Tem certeza que consegue ir para casa?
_Eu acho que sim... Ai! - minha cabeça estava doendo, mas eu conseguiria ir para casa.
_Está doendo ainda. É melhor você ficar, não quero que caia de novo.
_Não quero te incomodar. Eu consigo ir. - eu disse e ele me olhou.
_Você não incomoda. Por favor, fica? - ele falou sorrindo e eu abaixei a cabeça com vergonha, mas ele levantou e começou a chegar mais perto. Quando os lábios dele estavam bem perto, senti uma dor na testa, onde estava machucado, e afastei dando um "Ai!".
_Oh! Me desculpe... deixa eu colocar um curativo. - ele disse, colocando o curativo no lugar do corte.
_Obrigada. - eu disse.
_Então, você vai ficar? - ele perguntou.
_Está bem, eu fico. - ele deu um sorriso.
_Que bom. Você quer alguma coisa?
_Tudo o que eu queria agora era um banho.
_O.k., senhorita.
John me levou até o seu quarto e mandou eu me sentar enquanto ele enchia a sua banheira. Fiquei surpresa, porque havia outros banheiros, mas não falei nada. Ele me deu uma camisa de botões que era bem larga tanto para mim quanto para ele. Me lembrei da história que ele havia me contado, sobre uma tia dele que trocou os presentes, e acabou dando a camisa de número GG que seria para o outro sobrinho dela.
Depois de ter enchido a banheira, John saiu do quarto para eu poder tomar meu banho. Me despi e entrei, sentindo a água quente na minha pele. Comecei a pensar. Mas ouvi um barulho. John bateu na porta e perguntou se eu estava bem.
_Sim, eu estou.
_Acho que você se esqueceu da toalha. - ele falou do outro lado da porta.
_Ah sim... é... pode entrar. - falei e mergulhei na água, me escondendo na espuma.
Acho que ele tinha recusado entrar no banheiro, mas eu não respondi, pois estava prendendo minha respiração dentro da água. Não aguentava mais ficar sem ar. Senti uma mão no meu pé e levantei minha cabeça, respirando ofegante. John estava espantado. Eu percebi que ele já tinha tomado seu banho, e só com isso, eu percebi também que eu demorei muito ali no banheiro. Mas o que estava me matando de verdade era ver aquele ser lindo só de calça. John sem camisa era minha paisagem naquele momento.
_Ufa! Pensei que tinha morrido. Nunca mais faça isso comigo... - ele parou, e percebeu que ainda estava segurando meu pé. Então, começou a massageá-lo me olhando com aqueles olhos hipnotizantes.
_Eu... não morri. - falei, ainda o observando, mas ai percebi que ele tinha trazido um violão. No banheiro? - Hum... por que o violão está aqui? - falei baixo.
_Ha! Eu estava tocando. - ele disse, ainda com suas mãos em meu pé. Aquilo estava me arrepiando. - Quer ouvir?
_O.k. - ele pegou o violão e começou a tocar. Ele cantando com seus olhos fixos nos meus era como se estivesse declarando aquilo para mim. Quando acabou a música, ele me entregou a toalha e saiu do banheiro com seu violão. Rapidamente, me levantei, me enxuguei e me vesti, saindo do banheiro. John estava sentado na sua cama, tocando novamente seu violão. Eu caminhei lentamente até ele, que levantou a cabeça me olhando. Então, quando eu estava chegando mais perto, ele colocou seu violão no chão, me puxando pela cintura, olhando em meus olhos e desviando as vezes seu olhar para minha boca. John me colocou em cima dele e tocou seus lábios nos meus. Eu coloquei minhas mãos em sua nuca com meus dedos em seus cabelos. Um beijo calmo que me arrepiava de leve quando as mãos de John tocavam minhas costas e minha cintura. Aquele foi o melhor beijo do mundo, e com certeza, aquela música que meu John tocou, soou somente para meus ouvidos.
Fim. Ou não.
...
Amei fazer o meu primeiro imagine. Espero que gostem.


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